Defensoria Pública acompanha de perto a situação de trabalhadores na Praia do Meio

    Por meio da atuação do Núcleo de Direitos Humanos (NDH), a Defensoria Pública do Estado (DPE/MA) vem acompanhando atentamente a realidade das dezenas de famílias impactadas pelas obras na Avenida Litorânea. O fechamento de 23 bares na Praia do Meio mobilizou a instituição, que busca entender a fundo as dificuldades enfrentadas por proprietários e trabalhadores que ficaram sem sua fonte de renda.

    Sob a coordenação do defensor público Fabio Carvalho, com o apoio fundamental da assistente social Guadalupe Barros e demais colaboradores do núcleo, a instituição se dedicou, na quarta-feira (21), a ouvir relatos dos cidadãos para a construção de um estudo social.

    De acordo com os idealizadores, essa escuta ativa é o que permitirá à Defensoria mapear as necessidades mais urgentes, especialmente daqueles que atuam como diaristas ou mensalistas e que hoje se encontram em situação de vulnerabilidade.

    "Ao ouvirmos as dificuldades de quem está na ponta, como os diaristas e mensalistas, conseguimos fundamentar um estudo social que não apenas descreve a crise, mas aponta os caminhos necessários para uma rápida solução dos problemas apresentados de forma precisa e eficaz", explicou Fabio Carvalho.

    O trabalho se estende também aos donos de estabelecimentos que investiram em melhorias por meio de empréstimos e agora enfrentam a paralisação das atividades. Com os dados colhidos nessas entrevistas, o Núcleo de Direitos Humanos poderá estruturar uma atuação fundamentada na realidade local, garantindo que as vozes dessa comunidade sejam ouvidas e seus direitos preservados durante o processo de transformação da orla.

     

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