Defensoria adere a Plano Nacional de Combate ao Feminicídio em conjunto com instituições da rede de proteção em Timon

    A Defensoria Pública aderiu ao Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, em conjunto com representantes do Judiciário, Executivo e Legislativo da Comarca de Timon, além de instituições como o Ministério Público, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA) – Subseção Timon, Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Municipal e Conselho Tutelar. A assinatura do Termo de Adesão ocorreu no dia 25 de fevereiro de 2025 e marca o fortalecimento da atuação integrada no enfrentamento à violência contra a mulher no município.

    O documento estabelece diretrizes para a implementação de políticas públicas mais eficazes, com foco na prevenção, assistência às vítimas e responsabilização dos agressores, além de reforçar a importância da atuação conjunta entre os órgãos que compõem a rede de proteção.

    O evento foi coordenado pela juíza Raquel Araújo Castro Teles de Menezes, responsável pelo Centro Especializado de Apoio às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais (CEAV), que apresentou os objetivos do pacto e destacou o compromisso institucional assumido pelos signatários.

    Em sua participação, a defensora pública com atuação na área de violência doméstica, Creuza Maria Lopes, destacou entre os presentes o trabalho desenvolvido pela Defensoria Pública no acolhimento das mulheres em situação de violência, na orientação jurídica e no acompanhamento de medidas protetivas, garantindo acesso à justiça de forma gratuita e humanizada.

    A defensora também ressaltou a importância de investir em ações preventivas, especialmente no campo da educação. Segundo ela, é fundamental que o poder público implemente nas escolas uma disciplina voltada à educação socioemocional, como forma de contribuir para a construção de relações mais saudáveis e a prevenção da violência.
    Para Creuza Lopes, ensinar crianças e jovens a lidar com emoções, desenvolver empatia e agir com responsabilidade é um caminho essencial para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

    A adesão ao pacto reforça o compromisso das instituições locais com o enfrentamento ao feminicídio, evidenciando a necessidade de ampliar e integrar ações que fortaleçam a rede de proteção à mulher e promovam mudanças estruturais na sociedade.

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